Farinhas: Serão Todas Iguais?

Sabia que as farinhas estão presentes na sua alimentação durante todo o dia?

Desde o pequeno-almoço até ao jantar, há vários momentos do seu dia em que consome alimentos que têm farinha na sua constituição. No entanto, existem diferentes tipos que terão também influências diferentes no seu organismo e saúde.
Continue a ler o nosso artigo e descubra os benefícios de cada uma delas.

Farinha de trigo

A farinha de trigo é considerada a mais comum e pode ser incluída em vários tipos de preparações. Esta pode ser utilizada sob a forma “refinada” ou “integral”.

A farinha refinada é muito processada, com um alto índice glicémico e baixo valor de fibra, vitaminas e minerais. Por sua vez, a versão integral sofre menos processamento, pelo que contém um teor de fibra e de vitaminas superior. Contudo, ambas contém glúten na sua composição e, como tal, não são aptas para calíacos.

 

Farinha de centeio

A farinha de centeio contém também glúten e tem uma boa quantidade de fibra, o que faz com seja muito vantajosa no controlo de apetite.

É muitas vezes utilizada juntamente com a de trigo, para obtenção de uma massa mais leve para fazer pão, por exemplo.

 

Farinha de milho

A farinha de milho tem um sabor mais adocicado e é frequentemente utilizada na preparação de broa. O seu elevado teor de fibra ajuda a manter o trânsito intestinal regular e é rica em vitamina A. Apesar de ser naturalmente isenta de glúten, sugerimos que consulte o seu rótulo de modo a verificar se é feita alguma menção a este alergénio.

 

Farinha de arroz

Também naturalmente isenta de glúten, a farinha de arroz provém simplesmente da moagem do arroz, sendo que esta preserva todas as características nutricionais do grão. Aquando da sua utilização, em pães e bolos, esta deve ser sempre misturada com outras variedades (como trigo, milho, centeio,…).

 

Farinha de aveia

A farinha de aveia é rica em fibra, proteína, minerais e vitaminas do complexo B. Apesar desta ser isenta de glúten, é provável que exista contaminação cruzada, pelo que é necessário ter algum cuidado com este alergénio. Para aproveitar todos os benefícios deste cereal, o ideal será triturar flocos de aveia em farinha, uma vez que a versão já triturada tem menor teor de fibra.

 

Farinha de alfarroba

A farinha de alfarroba é muito utilizada como alternativa ao chocolate e cacau em pó. Esta tanto pode ser usada para dar sabor ao leite ou a bebidas vegetais, assim como para preparar bolos ou tartes. É uma boa fonte de fibra, com alto teor em cálcio e potássio e baixo teor em gordura saturada.

 

Farinha de amêndoa

Rica em gorduras insaturadas, a farinha de amêndoa ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares e apresenta efeito antioxidante através da presença da vitamina E. Contém também fibras e é isenta de glúten.

 

Farinha de coco

A farinha de coco tem um alto teor de fibras e baixo índice glicémico, o que ajuda no controlo da glicemia e a conferir saciedade. Esta não contém glúten e pode ser considerada mais rica a nível nutricional que a farinha de trigo, uma vez que possui mais fibra, minerais, como ferro e selénio, vitaminas do complexo B e C.

 

Independentemente do seu tipo, as farinhas são provenientes de vários tipos de cereais, grãos e frutos gordos e, como tal, contém geralmente um teor elevado em hidratos de carbono. Deste modo, aquando das suas compras, procure as farinhas menos processadas e mais ricas em fibra.

 

*Os resultados variam de pessoa para pessoa e dependem da adesão ao programa.

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